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Músico Mamutte no MIS Cine Santa Tereza

Músico Mamutte no MIS Cine Santa Tereza, em show autoral e sessão comentada de clipes

No dia 6 abril, às 19h, Mamutte faz uma apresentação especial no MIS Cine Santa Tereza. Além do show de canções autorais do EP “Quase Disco” e do álbum “Epidérmico”, haverá também uma sessão comentada dos dois clipes lançados pelo artista, o “Epidérmica” e “Meta(amor)fode”. O evento faz parte da série de cinco apresentações realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo a Cultura de Belo Horizonte, Fundação Municipal de Cultura com patrocínio da UniBH. “Essas apresentações têm um teor comemorativo pelos meus 10 anos de carreira. Dando continuidade à turnê pelos espaços da cidade é muito especial tocar em Santa Tereza. Nasci e cresci no bairro e carrego comigo a lembrança dos lugares que comecei tocando, os barzinhos ao redor da praça, onde fazia voz e violão”, conta Mamutte. Antes do show, as telas do charmoso MIS Cine Santa Tereza vão exibir os clipes “Meta(amor)fode” (2016) e “Epidérmica” (2017) e depois haverá uma sessão comentada composta por Mamutte, Igor Odier (ator, professor, pesquisador e cinéfilo), Andréa Sannazzaro (Mestre em Artes Cênicas e Doutoranda em História) e Samuel Wenceslau (diretor de arte do clipe e artista gráfico do CD “Epidérmico”). Com direção assinada por Igor Zaidan, fotografia de Christian Caselli e direção de arte de Mamutte, o primeiro clipe “Met(amor)fode” é quase um carimbó. Neste registro, ele reapresenta ao público a Avenida dos Andradas, nas imediações do boêmio Santa Tereza, que foi escolhido como locação por ser o lugar de nascimento da canção e do artista. Flâneur por excelência, Mamutte também grava no Inhotim, em Brumadinho, onde interage com as obras de Cristina Iglesias, Hélio Oiticica, Cildo Meireles e Tunga, referências explícitas de seus trabalhos em vários campos. O músico também performa num parque de diversões itinerante, encontrado na cidade na ocasião da gravação. Já “Epidérmica”, dirigido pelo carioca Christian Caselli, é composto por uma galáxia de objetos içados, o subconsciente de elementos pendidos, uma espécie de altar do barroco mineiro, o corpo e o movimento de referências neoconcretas e a poesia da canção em tom pop de sonoridade anos 80. Uma síntese disjuntiva que compõe uma instalação de obras de arte de Mamutte e outros artistas, que instaura um espaço de canto-dança para cenas de pós-drama do cantor. Já o show aborda o EP “Quase disco” (2014), em que Mamutte experimentou o diálogo com sonoridades regionais, e ritmos afro-brasileiros, como carimbó, baião e o urbano “funk de favela”. Em “Epidérmico” (2017) é uma reunião das primeiras composições do artista, que fizeram parte do repertório de seus shows, todas autorais, com exceção de “Brasileiro”, uma interpretação da música de Carlos Careqa. O disco aprofunda-se em questões existenciais e sociais, e traz um turbilhão de referências e emoções. A apresentação traz a sonoridade dos violões de aço e nylon, teclado, guitarra elétrica, baixo e bateria, arregimentação que dá pele ao corpo das canções de Mamutte. Em clima irreverente e romântico, com pitadas de nostalgia e momentos performáticos, apresenta em verve rockeira, um Funk “cool” e a transa sutil de ijexás e maracatus no seu abrasileirado pop. Contempla o repertório de toda a trajetória do artista e inclui canções como “Met(amor)fode”, “Fé Nela” e “Pro mundo girar”. SOBRE O ARTISTA Mamutte é artista visual, performer, intérprete e compositor. Em 2007, formou sua primeira banda “Os camarões” com a qual foi premiado com o 1º lugar no Festival Estudantil Maestro Villa Lobos. Em 2008, obteve o 1º lugar no Festival da Canção Universitária, promovido pela ASSUFEMG. Participou da Mostra “Revelação de Novos Talentos”, do Sesc Venda Nova, e ganhou o 2º lugar do “Festibandas”. Em 2009, se dedicou à carreira solo, se apresentando em bares e foi residente no “Masalas Bar Casa”. Em 2010 e 2011, circulou com o show “Música Brasileira Colorida” em formato solo. Em 2012, lançou o show “El Mamutte” acompanhado de banda, que circulou em Belo Horizonte em 2015, em Centros Culturais da Fundação Municipal de Cultura, pelo edital “CenaMúsica”. Em 2014, publicou o EP digital Não-Disco, um registro caseiro e sem banda. O show solo “Voltou”, voz e violão, circulou por palcos menores e mesclava canções autorais a interpretações. Experimentando ritmos afro-brasileiros, sonoridades regionais e urbanas, gravou seu primeiro CD, junto a Edson Zacca no Lab.áudio NaPassagem, em Mariana (MG). O EP “Quase-disco” foi produzido pelo violeiro Adner Sena, e lançado em 2015, mesmo ano que interpretou “Essa Cana-bidiol”, ganhadora do 3º lugar no “Concurso de Marchinhas Mestre Jonas” (2015) no carnaval de BH. Em 2016 Mamutte foi elencado pela Revista Noize e pelo site Banana Music Branding, entre os destaques da nova música mineira com seu álbum de estreia. Se apresentou na capital e no interior de Minas, passou por Salvador, São Paulo e em eventos como 3° Conferência Nacional da Juventude no Estádio Mané Garrincha (DF), Projeto Matriz (Conceição do Mato Dentro), Grito Rock (Mariana), Virada Cultural (BH) e Expontânea Festival de Rua do Inhotim (Brumadinho). Em 2018, divulga seu recém lançado e primeiro álbum cheio, Epidérmico, produzido por Maurício Ribeiro e gravado no mesmo estúdio que o EP. SERVIÇO: Show de Mamutte Data/ Horário: 06 de abril, às 19h. Local: MIS Cine Santa Tereza (Rua Estrela do Sul, 89 – Santa Tereza). Entrada gratuita www.facebook.com/mamuttemusica/

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